Na véspera do primeiro turno, Lula (PT) aparece com 42% das intenções de voto para presidente entre os eleitores de Minas Gerais, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) registra 40%, segundo pesquisa do Instituto Real Time Big Data divulgada neste sábado (3). Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, os dois estão tecnicamente empatados no levantamento.No cenário estimulado, Zema (Novo) e Renan Santos (Missão) aparecem com 4% cada. O escritor Augusto Cury (Avante) tem 3%, e Ronaldo Caiado (PSD), 2%.Confira:O grupo de outros candidatos reúne Rui Costa Pimenta (PCO), Samara (UP), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Clariana Barão (DC), Veterinário Wilson Grassi (Democrata) e Leonardo Avalanche (PRTB).Considerando apenas os votos válidos, com a exclusão dos votos brancos, nulos e dos eleitores que ainda não decidiram em quem votar, Lula aparece com 44% e Flávio Bolsonaro tem 42%.No cenário espontâneo, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem com 38% cada.Lula e Flávio Bolsonaro também registram o mesmo percentual de rejeição. Segundo o Real Time Big Data, 48% dos entrevistados afirmaram que não votariam em cada um deles.A pesquisa também mediu a avaliação do governo Lula entre os eleitores mineiros. Segundo o levantamento, 48% aprovam a administração do presidente, enquanto 51% desaprovam. Outros 1% não souberam ou não responderam.Quando questionados sobre a avaliação da gestão, 33% classificam o governo como ótimo ou bom, 21% como regular e 45% como ruim ou péssimo. Outros 1% não souberam ou não responderam.O Instituto Real Time Big Data entrevistou 2.000 eleitores de Minas Gerais entre 28 de setembro e 2 de outubro de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-01068/2026.Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp









